O que a escola deve fazer quando percebe que o aluno não possui o acompanhamento psicopedagógico compatível com o do segmento?

Data de publicação: 21 de dezembro de 2018
Atualizado em: 23 de setembro de 2020

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Resposta

É recomendável que a escola propicie o atendimento psicopedagógico em sua própria unidade e sinalize para a família a dificuldade percebida.

Aprofundando

O atendimento pedagógico deve, obrigatoriamente, ser ofertado pela escola. A pedagoga ou pedagogo deve estar presente durante todo período letivo. É figura central na resolução de conflitos, bem como na orientação preventiva e rotina escolar em geral.

O atendimento psicológico realizado pela própria instituição de ensino, por sua vez, possibilita maior conhecimento sobre as dinâmicas relacional e pessoal de seu corpo discente e possibilita resultados positivos para diminuição de bullying, brigas entre estudantes e conflitos entre corpo discente e docente. Há expressivo ganho em tal postura.

Não há previsão legal específica na legislação federal que obrigue as escolas com gastos psicopedagógicos, embora tramitem projetos de lei neste sentido. Em âmbito estadual, pode haver previsões mais específicas, por isso, é sempre importante estar atento às exigências regionais.

A possibilidade de atendimento psicopedagógico seria a ideal, pois conjugar pedagogia e psicologia pode potencializar o ambiente e aproveitamento da sinergia entre família, escola e profissionais, visando o melhor desenvolvimento do aluno.

É importante que todos os atendimentos sejam registrados e que a escola se mostre disposta a ajudar aquele aluno a se recuperar e alcançar a turma, dentro das limitações observadas e sinalizadas. É imprescindível, nesse contexto, que o atendimento realizado com os responsáveis no qual será sinalizado o problema observado seja registrado e assinado por eles também.

 

Oráculo recomenda

  • Atenção com as exigências regionais;

  • Registrar todos os atendimentos realizados.

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