Qual a melhor abordagem com os responsáveis que “indicam” que seu filho tem deficiência?

Data de publicação: 21 de dezembro de 2018
Atualizado em: 24 de setembro de 2020

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Resposta

Diálogo. A escola e a família, por lei, devem atuar conjuntamente em prol da criança e do adolescente, sempre buscando seu melhor interesse.

Aprofundando

Ao “indicar” que seus filhos possuem deficiência, a família precisa ser orientada a buscar auxílios específicos para determinar com precisão se, de fato, há alguma “deficiência”, transtorno ou outro aspecto comportamental ou sensorial que demande atenção específica e esteja resultando em eventual dano pedagógico. Caso seja a família responsável pela indicação inicial, o primeiro passo é agendar uma reunião de esclarecimentos para melhor compreender a situação.

A escola pode auxiliar de forma decisiva, pois já terá a noção de possíveis necessidades educacionais específicas que, porventura, o discente possua. Neste sentido, caso haja atendimento psicopedagógico, será ainda melhor, pois a escola já poderá iniciar o atendimento no sentido de encaminhar para melhor solução a ansiedade da família, sem que isso se transforme em conflito.

Neste sentido, salientamos que é altamente recomendável a presença de um profissional que atue com a psicopedagogia ou mesmo psicologia especificamente, caso não haja na escola é crucial que tenham profissionais parceiro que possam ser acionados ou indicados nestas oportunidades.

Oráculo recomenda

  • Registrar todos os atendimentos realizados com a família e com o aluno;

  • Ter cuidado para não causar constrangimento;

  • Atuar de modo a combater eventual bullying entre os alunos;

  • Possibilitar ao aluno ferramentas que auxiliem em seu desenvolvimento.

Referências

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